O livro investiga criticamente como a literatura africana pós-colonial se relaciona com a ideologia e a estética da Consciência Negra. Ancorado nas consequências do apartheid, o livro explora como *Mãe para Mãe* de Magona reconstrói a identidade, revive histórias suprimidas e provoca consciência política. Partindo da visão de Steve Biko, a pesquisa analisa a Consciência Negra tanto como ferramenta política quanto como técnica literária. A narrativa materna em primeira pessoa do romance oferece um relato profundamente pessoal do assassinato de Amy Biehl em 1993, reumanizando tanto a vítima como o perpetrador, ao mesmo tempo que expõe o trauma geracional e a violência institucionalizada. O estudo destaca a narrativa decolonial de Magona, enraizada no conhecimento indígena, na memória afetiva e na tradição oral. Ao retratar a maternidade como uma metáfora para a sobrevivência cultural e a cura nacional, o livro posiciona o romance como um texto pós-colonial transformador que confronta a injustiça histórica e prevê caminhos para a empatia, a dignidade e a libertação.
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