Quando a arara voa, todo mundo fica ali olhando o espetáculo que é. Um dia, um curumim curioso correu atrás de uma arara e perguntou seu nome. E assim, a partir da curiosidade desse curumim e de sua vontade de ver a alegria de sua aldeia, hoje sabemos a origem do cocar indígena para os povos Tabajara. Arara-Açu: a memória ancestral e o voo sagrado das araras deram origem ao cocar, pois elas carregam em suas penas os segredos do tempo. Por isso, a obra convida o leitor a conhecer a cosmologia indígena do povo Tabajara, onde cada palavra ressoa como reza, cada ilustração canta como melodia e cada página chama a ancestralidade. Assim sendo, o leitor percorre um caminho de descobertas que, ao mesmo tempo, preserva tradições e desperta novos sentidos. Além disso, o livro traz uma narrativa poética e ilustrações vibrantes que apresentam às crianças, a origem do cocar como símbolo de força, espiritualidade e identidade. Em outras palavras, a história não apenas narra fatos; pelo contrário, ela celebra a cultura, a memória e a relação sagrada entre humanidade, animais e Mãe Natureza. Desse modo, cada página conecta passado e presente, tradição e futuro, palavra e imagem.
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