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Fechemos os olhos para ouvir esses poemas. Eles hão de nos falar na alma, segredando-nos seus sentidos. Devemos ouvi-los como se fossem meros sussurros que não se sabe bem de onde vem, mas que se os sente bem próximos quando estamos de olhos fechados. Deixemos que inúmeras imagens se formem no fundo escuro de nossos olhos sucedendo-se umas às outras no querer da própria vida para depois guardá-las na memória como se elas realmente tivessem existido.

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Produktbeschreibung
Fechemos os olhos para ouvir esses poemas. Eles hão de nos falar na alma, segredando-nos seus sentidos. Devemos ouvi-los como se fossem meros sussurros que não se sabe bem de onde vem, mas que se os sente bem próximos quando estamos de olhos fechados. Deixemos que inúmeras imagens se formem no fundo escuro de nossos olhos sucedendo-se umas às outras no querer da própria vida para depois guardá-las na memória como se elas realmente tivessem existido.

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Autorenporträt
BENEDITO CELSO - (1943) É paulista de Santa Cruz do Rio Pardo. Formou-se pela Universidade de São Paulo (USP) e exerce a Advocacia há mais de 30 anos. Humanista e amante da literatura desde cedo escreveu crônicas e poesias. Publicou tese jurídica em 1986 ("A Polícia Militar na Constituição"), os romances "Inhaúma" em 2015; "Tuta" em 2017; "Adamastor" em 2019, e "A morte que eu vivi" em 2020. Publicou ainda "Reflexões poéticas" em 2024 e "Crônicas e poesia" em 2025.