A história da humanidade se assemelha a um drama continuamente repetido, o dos conflitos entre seres humanos, entre etnias ou entre nações, renovando constantemente a questão das condições de possibilidade de convivência e a questão dos direitos e deveres de cada ser humano, em um contexto de convivência em comum. A Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão e as muitas convenções internacionais que a sustentam, continuam a falhar na tentativa de pacificar o mundo. Na discussão que apresentamos neste livro, propomos uma reflexão sobre: . Como, em um contexto de exacerbação das diferenças, podemos dar de novo sentido e força a essa ideia de que a pertença a uma mesma condição humana nos obriga perante todos os Outros? . Como, de certa forma, encontrar um "nós, seres humanos", que vá além das filiações particulares e que torne visível um semelhante por detrás de um diferente? . Como conseguir ir além da representação e da reivindicação de um "tenho o direito de", para potencializar a prática de um "tenho o dever de"? . Como, em um mundo no qual a orientação dominante tende a valorizar as diferenças, pleitear agora e sempre pelo Único (da condição humana) contra os Únicos (da condição individual)?
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