O texto explora a evolução da arquitetura religiosa durante a Idade Média, destacando a transição do paganismo para o cristianismo e o impacto das invasões bárbaras. Inicialmente, a sociedade romana enfrentava decadência moral e social, com o paganismo perdendo força e o cristianismo emergindo como uma nova força espiritual. A perseguição aos cristãos nos primeiros séculos não impediu a expansão da nova fé, que oferecia esperança e igualdade aos oprimidos. As catacumbas de Roma serviram como locais de culto e refúgio para os primeiros cristãos, simbolizando a resistência e a fé inabalável. Com a ascensão de Constantino, o cristianismo ganhou reconhecimento oficial, transformando-se na religião do Estado e influenciando profundamente a política e a moral da época. A mudança da capital para Constantinopla e a convocação do Concílio de Niceia foram marcos significativos na consolidação do cristianismo. A arte cristã, distinta da clássica, focava na expressão espiritual em vez da forma física, refletindo a essência da nova religião. A arquitetura cristã evoluiu a partir do estilo latino e bizantino, culminando no estilo românico e, posteriormente, no gótico, cada um refletindo as mudanças sociais e espirituais da época.
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