Este livro é um compêndio de resultados de investigação baseado em várias experiências. Centra-se nas questões candentes da actual posse da terra congolesa. Nas suas profundezas, a moderna administração fundiária congolesa, pela sua história, esconde uma única origem: a colonização. Através da colonização, os colonos impuseram uma lei de terras autoritária que não acomodava as aspirações dos povos indígenas, que, pela força e apesar da sua recusa, aceitaram resignadamente integrar a lei europeia, que sujeitou a ocupação de terras africanas a procedimentos administrativos particulares. Com o movimento independentista, a República Democrática do Congo adquiriu a sua própria em 30 de Junho de 1960. Em vez de as autoridades indígenas congolesas repensarem a posse da terra a fim de a adaptar às contingências indígenas, os "novos colonos", compradores de poderes brancos, tomaram o lugar dos colonialistas para perpetuar a lei de terras colonial, que continuará a governar a República Democrática do Congo.
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