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Por décadas a historiografia ocidental oficial reverberou as alegações de Churchill de que Stalin impediu o avanço soviético em Varsóvia para assistir a destruição do Levante. A versão soviética, e os fatos que a reforçam, estavam disponíveis desde essa época. Mas não foram levados em conta, o que só ocorreu com o fim da Guerra Fria e a rivalidade com a URSS. Da mesma forma, a invasão da Polônia no Ocidente foi tomada como uma aliança entre comunismo e nazismo, quando apenas dividiam esferas de influência, revertiam as fronteiras de Versalhes e normalizavam o comércio. O Exército Vermelho…mehr

Produktbeschreibung
Por décadas a historiografia ocidental oficial reverberou as alegações de Churchill de que Stalin impediu o avanço soviético em Varsóvia para assistir a destruição do Levante. A versão soviética, e os fatos que a reforçam, estavam disponíveis desde essa época. Mas não foram levados em conta, o que só ocorreu com o fim da Guerra Fria e a rivalidade com a URSS. Da mesma forma, a invasão da Polônia no Ocidente foi tomada como uma aliança entre comunismo e nazismo, quando apenas dividiam esferas de influência, revertiam as fronteiras de Versalhes e normalizavam o comércio. O Exército Vermelho também foi visto como uma máquina de guerra controlada por agentes políticos ineficientes e cegos pela ideologia - quando o próprio cinema soviético fazia eco às reformas que reestabeleciam a hierarquia e a tradição czaristas. A história oficial e o cinema soviéticos permitem lançar luz sobre mitologizações de ambos os lados.
Autorenporträt
Moisés Wagner Franciscon é mestre em História pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), doutor e pós-doutor pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Já foi convidado para congressos como o do Centro de Pesquisa e Formação do SESC-SP e deu entrevistas a periódicos como o jornal Folha de S. Paulo e a revista científica Galileu.