Tradicionalmente, a agressão física tem captado a maior parte da atenção empírica, enquanto outras formas de agressão, como a agressão relacional, têm recebido atenção limitada. Por isso, este livro foi escrito para examinar e discutir a agressão relacional entre pares e romântica em associação com o género, preconceitos de atribuição (preconceito de atribuição hostil (HAB), preconceito instrumental não HAB e preconceito de atribuição neutra) e angústias emocionais (raiva, ansiedade e perturbação) em resposta a provocações relacionais ambíguas entre jovens adultos. Um total de 189 jovens adultos, com idades entre 18 e 25 anos, foram recrutados em várias universidades do Reino Unido e solicitados a preencher duas medidas de autoavaliação. Os resultados enfatizaram os papéis primários desempenhados pelo HAB e pela raiva na previsão da agressão relacional entre pares e romântica. Além disso, os homens relataram empregar um nível mais alto de agressão relacional entre pares do que as mulheres; a agressão relacional entre pares previu significativamente a agressão relacional romântica após o controlo do HAB e da raiva. A análise serviria para informar pesquisadores, formuladores de políticas, profissionais e qualquer pessoa que trabalhe com jovens adultos para lidar com a agressão relacional de forma eficaz.
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