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Sob o impulso da Organização Mundial das Alfândegas (OMA) e da Organização Mundial do Comércio (OMC), a administração aduaneira do Chade há muito que incluiu entre as suas opções estratégicas a utilização das novas tecnologias da informação e da comunicação, a fim de melhorar continuamente o serviço prestado aos utilizadores e de responder às exigências de desempenho. Atualmente, a realização de vários projectos permitiu-lhe dar um novo impulso à facilitação do comércio. Assim, quando se pergunta qual foi a contribuição da digitalização dos procedimentos aduaneiros para a melhoria do…mehr

Produktbeschreibung
Sob o impulso da Organização Mundial das Alfândegas (OMA) e da Organização Mundial do Comércio (OMC), a administração aduaneira do Chade há muito que incluiu entre as suas opções estratégicas a utilização das novas tecnologias da informação e da comunicação, a fim de melhorar continuamente o serviço prestado aos utilizadores e de responder às exigências de desempenho. Atualmente, a realização de vários projectos permitiu-lhe dar um novo impulso à facilitação do comércio. Assim, quando se pergunta qual foi a contribuição da digitalização dos procedimentos aduaneiros para a melhoria do desempenho da administração aduaneira no Chade, podemos ver duas realidades. Há duas realidades opostas. Em primeiro lugar, embora a utilização de métodos automáticos de desalfandegamento tenha conduzido a uma melhoria significativa das regras aduaneiras que regem o tratamento das trocas comerciais no Chade, é evidente que a administração aduaneira chadiana não está suficientemente equipada para responder ao desafio colocado pela própria existência de trocas comerciais efectuadas com recurso às novas técnicas informáticas.
Autorenporträt
AKAMESSE Marie Antoinette é professora e investigadora na Universidade de Ebolowa/Camarões / Faculdade de Ciências Jurídicas e Políticas.