As florestas sagradas, enraizadas nas tradições locais, desempenham um papel crucial na conservação da biodiversidade. O estudo efectuado na floresta sagrada de Ene, situada na província de Tshuapa, na RDC, avaliou a diversidade de grandes mamíferos utilizando armadilhas fotográficas e uma caminhada de reconhecimento. Foram identificadas oito espécies, incluindo o búfalo anão (Syncerus caffer nanus), o leopardo (Panthera pardus) e vários duikers. Os primatas foram os mais representados, representando 78,84% dos avistamentos. O bonobo (Pan paniscus) foi a espécie mais abundante (FRI = 71,15%, IKA = 2,46 indivíduos/km), seguido do búfalo anão. Três espécies - o bonobo, o leopardo e o colobo vermelho de Thollon - constam da lista vermelha da IUCN. O estudo sublinha que as regras tradicionais de gestão das florestas sagradas contribuem eficazmente para a proteção da vida selvagem, tal como as leis que regem as áreas protegidas.
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