O brometo de metilo, com uma concentração troposférica aproximada de 8 pptv e uma vida atmosférica de cerca de 0,8 anos (Montzka et al., 2011). Acredita-se que o bromo do CH3Br destrua de 40 a 100 vezes mais ozono do que o cloro. O brometo de metilo é a maior fonte de Br para a estratosfera. Contribui com cerca de 50 % dos radicais de Br e acredita-se que seja responsável por 15 % da destruição do ozono causada por radicais halogenados. Outros 13 % são causados pelo CH3Cl e quase 50 % pelos CFC. As concentrações de CFC começaram a diminuir em meados da década de 90 e o buraco do ozono na Antártida começou a recuperar. No entanto, as alterações climáticas atualmente previstas deverão conduzir a um aumento das emissões de halogenetos de metilo e, consequentemente, aumentar a sua importância para a destruição da camada de ozono. O aquecimento global e a eutrofização descontrolada dos oceanos podem resultar num aumento desconhecido das emissões de organohalogenetos voláteis para o ambiente global. Ao procurar alternativas para o CH3Br, é também extremamente necessário reduzir a libertação natural de CH3Br, por exemplo, através da oxidação microbiana do brometo e por métodos químicos (30 % NH4OH) em combinação com VIF (película virtualmente impermeável) (Xuan et al., 2011).
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