Inscrever-se espontaneamente e sem grande planeamento em eventos, conferências ou ofertas formativas e participar neles faz parte da aprendizagem ao longo da vida para muitas pessoas. No entanto, para pessoas com deficiência, participar num evento ou numa conferência implica muitas vezes um grande esforço, sem a certeza de que encontrarão as condições necessárias. Neste contexto, a autora questiona especialistas na área, recorrendo a exemplos práticos, sobre quais os requisitos que devem ser exigidos à comunicação de uma cultura de conferências inclusiva, a fim de permitir uma participação autodeterminada, elaborando assim um catálogo de recomendações para organizadores. O quadro teórico é constituído pelo construcionismo social de Gergen, o modelo social da deficiência (Estudos da Deficiência) e a conversa 'ero-épica' de Girtler. Conceitos como deficiência são desconstruídos e o poder da linguagem e a sua utilização nos meios de comunicação social são analisados. Por fim, com base no diálogo transformativo, é apresentado um exemplo de maior consenso na comunicação (interpessoal).
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