Boa parte dos estudos interculturais, dedicam-se a critica contra a acção destrutiva da modernidade em Africa. Esta reflexão desloca o foco do debate para dentro das nações africanas por se considerar que, das diferenças culturais nelas existentes, também decorrem relacionamentos desiguais e opressores, muitas vezes dissimulados, mas que têm sido a causa de muitos conflitos ditos étnicos. Em Moçambique, se durante a primeira República, a diversidade étnica e cultural era hostilizada, com a instauração da democracia, ela passou a ser vista como riqueza a ser explorada e preservada. Mas ainda não há clareza sobre como conciliar o direito a diferença e o princípio da igualdade universal. Ou ainda, sobre como promover as diferenças e conceder direitos particulares a determinados grupos, sem ferir o princípio da cidadania universal, nem fomentar o segregacionismo. Estas questões, analisadas apartir de um estudo de caso, revestem-se de maior interesse, quando o assunto é consolidar a unidade nacional e a paz duradoira. Estudantes, cientistas sociais e fazedores de politicas, encontrarão neste trabalho estimulo para reflectir e agir, tendo em vista o bem estar de todos.
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