A problemática central reside no crescente uso de agrotóxicos no setor agroindustrial brasileiro e na insuficiência de práticas efetivas de proteção à saúde do trabalhador, especialmente em contextos marcados por informalidade, baixa fiscalização e vulnerabilidade socioeconômica. A metodologia adotada envolveu a seleção de estudos publicados entre 2020 e 2024 nas bases Scopus, PubMed, Web of Science e SciELO, com critérios bem definidos de inclusão e exclusão, permitindo uma epítome crítica do estado atual do conhecimento. Os resultados indicaram uma associação consistente entre a exposição a agrotóxicos e diversos agravos à saúde, incluindo intoxicações agudas, doenças crônicas como câncer e distúrbios neurológicos, alterações dermatológicas, síndromes musculoesqueléticas e impactos psicossociais severos.
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