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Nos últimos anos, em todo o mundo, a importância atribuída aos biocombustíveis aumentou demasiadamente, isto em virtude do avanço do aquecimento global e da elevação dos preços do petróleo. A produção de biocombustíveis convencionais, no entanto, defronta-se com obstáculos para atingir os níveis desejados, o que constitui um forte estímulo à adoção de novas tecnologias. O setor sucroalcooleiro brasileiro tem despertado o interesse de diversos países pelo alto rendimento e baixo custo da produção de açúcar e álcool, sendo a cana-de-açúcar a matéria-prima empregada neste setor. O etanol…mehr

Produktbeschreibung
Nos últimos anos, em todo o mundo, a importância atribuída aos biocombustíveis aumentou demasiadamente, isto em virtude do avanço do aquecimento global e da elevação dos preços do petróleo. A produção de biocombustíveis convencionais, no entanto, defronta-se com obstáculos para atingir os níveis desejados, o que constitui um forte estímulo à adoção de novas tecnologias. O setor sucroalcooleiro brasileiro tem despertado o interesse de diversos países pelo alto rendimento e baixo custo da produção de açúcar e álcool, sendo a cana-de-açúcar a matéria-prima empregada neste setor. O etanol representa estimada fonte de energia limpa e renovável, sendo que é o biocombustível mais empregado em todo o mundo, tanto na forma pura, quanto na forma de aditivo à gasolina. Durante a produção industrial de etanol, um dos fatores limitantes no processo são os estresses promovidos às leveduras, principalmente pelas altas concentrações de açúcar e de etanol presentes no mosto. No presente estudo, por meio de abordagens diferentes, buscou-se aumentar a tolerância da levedura industrial CAT-1 para suportar os fatores de estresse encontrados no processo industrial brasileiro.
Autorenporträt
Camila Varize est titulaire d'une maîtrise et d'un doctorat en microbiologie agricole de l'université de São Paulo et d'un diplôme de technologue en production de sucre et d'alcool de la FATEP-Piracicaba. Pendant ses études de troisième cycle, elle a travaillé au laboratoire de biochimie et de technologie de la levure à l'Esalq/USP, où elle a mené des recherches sur la physiologie, la biochimie et la microbiologie de la fermentation de l'éthanol.