A resposta das espécies às alterações climáticas é uma das principais questões em ecologia e evolução. Confrontadas com condições variáveis, as populações podem responder adaptando-se, extinguindo-se ou migrando. A variação ambiental em pequena escala oferece um mosaico único para explorar estas alternativas. Neste trabalho, considero vários estudos ecológicos, experiências de campo e métodos moleculares que têm sido utilizados para estudar esta gama de respostas possíveis. Por exemplo, começo por discutir se a heterogeneidade ambiental de escala fina pode ter impacto no fluxo genético. Refiro-me também a uma abordagem combinada que analisa a seleção, a hereditariedade e a arquitetura genómica de caraterísticas relevantes, bem como a divergência genómica no mosaico ambiental. Desta forma, é possível fazer previsões informadas, tais como quais as regiões genómicas que podem estar relacionadas com caraterísticas de crescimento e de aptidão física e quais as regiões do genoma que albergam a variação genética associada à variação ambiental de pequena escala. De um modo geral, a divergência genómica impulsionada pelo microhabitat em rápida evolução e, ao mesmo tempo, a variação de caraterísticas de base genética a uma escala maior podem desempenhar um papel na capacidade das espécies para persistirem em condições diversas e variáveis.
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