Helena Parente Cunha publica neste volume três dos seus vários ensaios tematizando a presença da mulher em situações diversas e/ou divergentes. Este tema comparece nos diversos gêneros literários a que a autora se dedica, registrando-se a tendência para a transgressão da norma reconhecida oficialmente. Esta violação da norma ocorreu antes da ruptura Modernista através de autoras que reagiram em várias de suas obras contra a discriminação do feminino. Inicialmente menciono algumas representantes do movimento afrobrasileiro que contou com nomes expressivos da literatura brasileira: MIRIAM ALVES, GENI GUIMARÃES, CONCEIÇÃO EVARISTO, sem dúvida a mais reconhecida e festejada. Entre os temas frequentes da literatura afrobrasileira, podemos mencionar a revolta contra o estado deplorável de discriminação e abandono a que este segmento da população estava sujeito. No ensaio sobre Gregório de Matos, a voz poética dá ênfase à insaciável ânsia do prazer voltada sem discriminação para todas as representantes das várias etnias. O poeta baiano se dedica a louvar os encantos das musas baianas, incluindo até mesmo as freiras. Estes ensaios são exemplos do estilo multiforme de Helena Parente Cunha.
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