Numa era de ataques cibernéticos crescentes e perturbadores, as empresas privadas estão sob uma enorme pressão para proteger os seus activos digitais. Para além das defesas passivas, muitas estão a explorar a "ciberdefesa ativa" (ACD) - um espetro de acções que inclui a recolha de informações sobre ameaças, a utilização de tecnologias enganosas e a prática altamente controversa de "hacking back". Este artigo apresenta uma análise abrangente dos limites legais, éticos e estratégicos da auto-defesa cibernética das empresas. Argumenta que, embora o impulso para retaliar seja compreensível, o enquadramento legal, tanto nos Estados Unidos como a nível internacional, cria um campo minado de riscos para as empresas que passam da linha da defesa para a ofensiva. Estatutos fundamentais como o Computer Fraud and Abuse Act (CFAA) carecem de uma exceção de autodefesa e os princípios de direito internacional de soberania e não-intervenção limitam estritamente as operações cibernéticas transfronteiriças. O artigo examina meticulosamente a tentativa falhada de legislação como o Active Cyber Defense Certainty Act (ACDC), os graves riscos de má atribuição e danos colaterais, e os perigos estratégicos da escalada.
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