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Este livro reúne crônicas divulgadas no jornal Diário da Manhã, de Goiânia, em um período singular da história do Brasil: os anos que antecederam a redemocratização do país. De volta a Goiás após uma ausência de mais de três anos em que atuou nos Estados Unidos, o jornalista Edson Luiz de Almeida expôs, em seus escritos no inovador e vibrante recém-criado jornal, sua visão peculiar do período de 1981 a 1984, marcado por temores de retrocesso na abertura política, mas, sobretudo, pela esperança de reconstrução de uma sociedade mais livre, justa e pacífica. São 35 crônicas reunidas pelo geógrafo…mehr

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Produktbeschreibung
Este livro reúne crônicas divulgadas no jornal Diário da Manhã, de Goiânia, em um período singular da história do Brasil: os anos que antecederam a redemocratização do país. De volta a Goiás após uma ausência de mais de três anos em que atuou nos Estados Unidos, o jornalista Edson Luiz de Almeida expôs, em seus escritos no inovador e vibrante recém-criado jornal, sua visão peculiar do período de 1981 a 1984, marcado por temores de retrocesso na abertura política, mas, sobretudo, pela esperança de reconstrução de uma sociedade mais livre, justa e pacífica. São 35 crônicas reunidas pelo geógrafo e escritor Bento Fleury a partir de buscas em seus próprios e extensos arquivos. A publicação deste livro, quatro décadas depois da divulgação original de tão orgânicas crônicas, ensejará a possibilidade de conhecimento e reflexão sobre momentos cruciais da história de Goiás e do Brasil, além de oportuna analogia com o conturbado presente.

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Autorenporträt
Edson Luiz de Almeida é jornalista e documentarista, com meio século de atuação, sobretudo no eixo Goiânia-Brasília, tendo sido também correspondente nos Estados Unidos. Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás, começou a atuar na profissão aos 18 anos de idade, no jornal Folha de Goiaz, de Goiânia, de onde migrou para a Assessoria de Imprensa do governo do estado e para a Agência Goiana de Notícias, do Cerne (Consórcio de Empresas de Radiodifusão e Notícias do Estado). Ainda na década de 1970, mudou-se para os Estados Unidos, de onde produziu matérias para os jornais O Popular, Diário da Manhã e Folha de S. Paulo. Retornou a Goiânia em 1980, tornando-se Repórter Especial, Editor Nacional e Internacional e Editor do DMRevista (caderno de Cultura do jornal Diário da Manhã), Editor de Texto da TV Brasil Central e Assessor de Imprensa na Assembleia Legislativa. Mudou-se para Brasília em 1984 a fim de trabalhar como Editor de Texto no jornal Correio Braziliense, onde se tornou Editor Nacional. Atuou na capital federal também como Chefe de Reportagem da Rede Manchete e Assessor de Imprensa no Ministério da Agricultura. Retornou a Goiânia em 1990, onde foi Editor-adjunto de Economia do jornal O Popular, e seguiu para Santa Cruz Cabrália, na Bahia, onde fundou o jornal A descoberta. Aprovado em concurso público para a Comunicação do Senado Federal, em Brasília, Edson Luiz de Almeida exerceu ali, a partir de 1991, as funções de repórter na Agência Senado e na Voz do Brasil; juntamente com Djalba Lima, fundou e se tornou o primeiro editor do Jornal do Senado; foi ainda diretor no Núcleo de Documentários da TV Senado. Na área de Cinema, Edson Luiz de Almeida especializou-se na Escuela Internacional de Cine & TV, em Cuba, e na Academia Internacional de Cinema, em São Paulo, além de haver realizado diversos cursos em Brasília, Goiânia e na cidade de Goiás. Participou, em Cuba, da realização do documentário El más grande siempre se va, e roteirizou, dirigiu e editou os documentários Do barro ao bronze, Lauro Campos (da série Grandes Personagens, da TV Senado), O Sino, A casa das 365 janelas, A pergunta que mudou a história do Brasil, e O Paulistinha e a alma de Goiás.