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Faixa etária: A partir de 6 anos Temas: negritude, família, africanidade, ancestralidade, cultura afro-brasileira. Pedro, um menino de 7 anos, encontra uma semente no quintal de sua casa. Uma semente estranha, diferente, rara. Se plantasse aquela semente, o que será que nasceria? O menino fez isso e esperou. Mas a nova planta não nascia, e ele acabou se esquecendo dela, até que, um dia, a semente brotou. E Pedro ficou conhecendo uma planta linda, imponente, que veio do mesmo lugar que seus ancestrais, um lugar muito longe e ao mesmo tempo muito perto do Brasil. Era uma semente de baobá, árvore…mehr

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Produktbeschreibung
Faixa etária: A partir de 6 anos Temas: negritude, família, africanidade, ancestralidade, cultura afro-brasileira. Pedro, um menino de 7 anos, encontra uma semente no quintal de sua casa. Uma semente estranha, diferente, rara. Se plantasse aquela semente, o que será que nasceria? O menino fez isso e esperou. Mas a nova planta não nascia, e ele acabou se esquecendo dela, até que, um dia, a semente brotou. E Pedro ficou conhecendo uma planta linda, imponente, que veio do mesmo lugar que seus ancestrais, um lugar muito longe e ao mesmo tempo muito perto do Brasil. Era uma semente de baobá, árvore africana, e através dela e dos relatos do avô, o menino conhece um pouco da história de sua família, de seus antepassados, de sua luta contra a escravização. De seu desejo de ser como o baobá, que representa as culturas africanas e é símbolo de força e resistência.

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Autorenporträt
Ricardo Jaheem - Sou escritor e contador de histórias, nascido numa favela do subúrbio do Rio de Janeiro. Minha literatura nasceu no quintal de casa, ouvindo minha mãe e minha avó enquanto varriam o chão ou penduravam roupas no varal. Foi ali, entre afagos e lições, que aprendi que palavras podem ser sementes de liberdade e resistência. Em A semente que veio de longe, convido crianças e famílias a reencontrarem suas raízes, a escutarem os ecos de quem atravessou oceanos e a celebrarem a força que nunca deixou de florescer em nós. Escrevo para que nenhuma história se perca e para que cada criança saiba: dentro de si também há um baobá esperando para nascer. Fernanda Rodrigues - Sou uma mulher negra nascida em Curitiba. Ilustradora, escritora e artista visual autodidata, já ilustrei livros infantis, infantojuvenis, capas, revistas, campanhas publicitárias. Meu trabalho autoral vem por meio da perspectiva da poesia, dos amores e sabores, tudo para representar e ilustrar o cotidiano e tudo que possa imaginar. No papel, posso sonhar. Minha arte autoral está toda exposta nas redes sociais e pode ser encontrada facilmente.