A vida e a natureza têm as suas próprias leis que o ser humano normalmente desconhece. Muitas vezes nos julgamos perdidos diante das batalhas que a vida nos imponhe, dada a escolha dos caminhos que identificado anteriormente. Por desconhecer o futuro, chegamos mesmo a maldizer as situações desafiadoras em que nos encontramos. No entanto, assim foi a vida do jovem promissor Diop, filhos de pais separados, apesar de ser galante com muitas moças da sua idade, nunca amara ninguém, seus romances duravam pouco tempo dada o esfriamento repentino da atração inicial. Como qualquer rapaz da sua idade, ele tivera algumas aventuras ariscado com mamoite do arraso. Era um romântico do jeito dele que tirava da vida o que podia-lhe oferecer. Não acreditava no amor dos poetas. Depois de ter terminado o Liceu, sonhara alegremente em trilhar novos rumos, isto é, fazer faculdade de comunicação social e ser exímio jornalista político, conquistar uma situação financeira estável e escolher uma mulher inteligente, culta que lhe agregasse alguma coisa e casar. Ser alguém melhor, um exemplo e orgulho aos seus irmãos e mãe querida. Porém, imersos nas vicissitudes existenciais, aos 17 anos ainda no ensino médio, apaixonou- se perdidamente pela Dinamena e aos 18 engravidou. Jovem de família rica, simples de espirito, nobreza de alma, uma menina doce, com ideias próprias sobre a vida e que gostava de levar a vida como queria, fazer o que julgava certo e ético sem se importar com os preconceitos mundanos. A maioria das jovens da sua idade tinha cabeças cheias de coisas lunáticas que aprenderam no meio social. Esperavam um príncipe encantado e acordaram frustradas e infelizes. Depois levavam a vida de casado para frente com receio de confessar o próprio fiasco. Ela porém, não esperava nada disso, olhava as coisas de outra forma. Gostava de espontaneidade, olhar as pessoas e apreciar seus aspetos de personalidade, valorizar as qualidades que descobrisse ou pelo brilho de sua inteligência. Foi assim, que apaixonou-se pelo Diop e diante daquela situação, ela tinha a certeza de que era com ele quem viveria a vida toda, mas não tenciona esforçar nada. Acreditava no rumo natural das coisas, porque ela sempre defendeu que a vida continua.
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