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A voz dos botequins e outros poemas reúne os poemas de Paul Verlaine selecionados e traduzidos pelo poeta Guilherme de Almeida para integrar o volume Paralelamente a Paul Verlaine, lançado por ele em 1944. Apresentado também em edição bilíngue, este livro corresponde fielmente, quanto à seleção dos poemas e às recriações, à publicação original. Esta edição traz ainda em apêndice a entrevista concedida por Verlaine a Jules Huret em 1891, mais tarde reunida no volume Enquête sur l'évolution littéraire, e uma pequena iconografia.

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Produktbeschreibung
A voz dos botequins e outros poemas reúne os poemas de Paul Verlaine selecionados e traduzidos pelo poeta Guilherme de Almeida para integrar o volume Paralelamente a Paul Verlaine, lançado por ele em 1944. Apresentado também em edição bilíngue, este livro corresponde fielmente, quanto à seleção dos poemas e às recriações, à publicação original. Esta edição traz ainda em apêndice a entrevista concedida por Verlaine a Jules Huret em 1891, mais tarde reunida no volume Enquête sur l'évolution littéraire, e uma pequena iconografia.

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Autorenporträt
Paul-Marie Verlaine (1844-1896) foi um dos integrantes da "trindade sagrada do simbolismo" na França, ao lado de Stéphane Mallarmé e Arthur Rimbaud. Lembrado por sua vida boêmia e por sua relação amorosa com Rimbaud, Verlaine criou uma obra poética marcada pela musicalidade, "impregnada da vaga sedução lunar das coisas antes sugeridas do que ditas, mais musicadas do que escritas", no dizer de Onestaldo Pennafort. Seu lirismo evanescente e musical abriu novos caminhos para a poesia francesa; no entender de Gilberto Mendonça Teles, seu poema "Art poétique" "foi o ponto de partida da funda aventura simbolista". Publicou, entre outros, os livros Poèmes saturniens (1866), Fêtes galantes (1869), Romances sans paroles (1874), Sagesse (1880), Jadis et naguère (1884) e Parallèlement (1889). De sua produção em prosa, destaca-se o ensaio "Les poètes maudits" (1884), importante para o reconhecimento dos poetas citados (entre eles, Corbière, Rimbaud e Mallarmé, além do próprio autor, aqui denominado "Pauvre Lélian"). Verlaine foi eleito, em 1894, "Príncipe dos poetas" franceses.