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Na família Sadovita, nascer com olhos azuis é estar condenado à tristeza. Lúcia carrega esse fado como uma tatuagem invisível - cresce entre o silêncio do pai, a fragilidade da mãe e uma infância onde "a tristeza pairava como uma sombra que não se consegue esconder". Ao se mudar para a cidade, tenta reinventar-se: percorre os corredores da universidade, se refugia nos livros, mas é nas noites do Casarão que descobre outros mundos possíveis. Ao dar à luz um filho que também carrega olhos azuis, Lúcia compreende que sua luta é contra o que não se vê - uma tristeza antiga, herdada. E é aí que o…mehr

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Produktbeschreibung
Na família Sadovita, nascer com olhos azuis é estar condenado à tristeza. Lúcia carrega esse fado como uma tatuagem invisível - cresce entre o silêncio do pai, a fragilidade da mãe e uma infância onde "a tristeza pairava como uma sombra que não se consegue esconder". Ao se mudar para a cidade, tenta reinventar-se: percorre os corredores da universidade, se refugia nos livros, mas é nas noites do Casarão que descobre outros mundos possíveis. Ao dar à luz um filho que também carrega olhos azuis, Lúcia compreende que sua luta é contra o que não se vê - uma tristeza antiga, herdada. E é aí que o livro se expande: mais do que contar uma história, As mortes de quem Vive explora o que há de inescapável nas famílias, nos afetos e nos destinos que tentamos desviar. Um romance sobre o que permanece, mesmo quando tudo parece ter ido embora, que se desenrola entre o lírico e o brutal, conduzido por uma linguagem sensível e profundamente imagética. Com uma escrita marcada pela musicalidade e por frases que oscilam entre a poesia e o concreto, Thiago Tourinho constrói uma narrativa sobre o peso das heranças familiares e o desejo de quebrar ciclos silenciosos. Tourinho alterna cenas de lirismo com passagens de um realismo delicado, por vezes seco, revelando personagens profundamente humanos, marcados por pequenos gestos, silêncios e repetições. Lúcia experimenta o amor como encontro e distância, um gesto que ora acolhe, ora escapa. A maternidade lhe surge como revelação e vertigem - promessa de sentido e risco de apagamento. Já a rotina se impõe como forma de proteção, mas também como torpor, uma anestesia lenta que silencia os próprios desejos.

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Autorenporträt
Thiago Tourinho nasceu em Salvador, Bahia, em 1982. Entregou-se aos livros ainda jovem e guardou por muitos anos o desejo de escrever.É formato em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia e tem mestrado em negócios pela Stanford University, na Califórnia. "As mortes de quem vive" é o seu primeiro romance.