Em Cinema (A) Político, Newton Cannito propõe uma reflexão ousada sobre o papel da arte e do artista em tempos de polarização ideológica. O autor argumenta que o cinema brasileiro - e a cultura em geral - foi capturado por discursos militantes e por uma lógica partidária que sufoca a criação estética. Para ele, a verdadeira arte nasce da liberdade, e não da obediência a pautas políticas. Com linguagem acessível, humor ácido e ideias que desafiam convenções, Cannito defende um cinema que recupere o prazer, a imaginação e a pluralidade de visões - um cinema que fale ao público e não apenas a grupos ideológicos. Trata-se de um manifesto pela autonomia da arte e pela coragem de criar fora dos rótulos.
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