Na Introdução, Bonder diz que seu trabalho "deve ser lido quando estamos num momento de dificuldade, dúvida ou incerteza". Pura modéstia, pois Curativos para a alma deve ser lido sempre, sempre que for possível, seja qual for a situação. Pois cada uma das suas frases obriga o leitor a meditar sobre a vida e suas dificuldades, exercício espiritual necessário neste mundo globalizado, em que as preocupações do trabalho e as angústias do desemprego deixam pouco lugar para a paz e o pensamento.
"Daqueles que nada dizem, poucos estão em silêncio." Esta frase de T. Neil, citada por Bonder, está na introdução do seu livro e deve ter sido um dos motivos que o levaram ao intenso prazer de organizar seus Curativos para a alma. Sua idéia central é de que frases curtas mas inteligentes e bem colocadas podem valer muito mais que um livro inteiro. E que um simples "sim" ou um simples "não" pode dizer infinitamente mais que um longo discurso. Por isto, Curativos para a alma não deve ser apenas um livro de cabeceira. É um livro para todas as horas, que ensina a meditar e nas palavras de Nilton Bonder, pode "oferecer um certo alívio e uma visão mais centrada (...) Tenha-o sempre à mão, pois pode ser um band-aid num ferimento do ego, um isordil para a alma diante de uma notícia difícil ou uma simples aspirina no final de um dia de rotina".
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