Neste livro, na interface entre linguística e filosofia, o autor aborda o método dialético adotado por Karl Marx e Friedrich Engels, desenvolvido a partir das críticas desses filósofos à dialética idealista de Hegel. Mathias Ferreira defende que a linguagem é o objeto primordial para filosofia dialética e o signo linguístico o objeto próprio da relação dialética entre sujeito e objeto. Ou seja, o signo é o elemento que faz a unificação sujeito com o objeto, unificação preconizada pela filosofia dialética de Hegel. Trabalhando a contradição do signo como objeto da relação humana entre as coisas materiais do mundo e sua representação na ideia, o autor propõe uma polêmica (quase herética) dialética entre materialismo e idealismo.
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