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"Esta história aconteceu durante sete dias de tempestade, entre duas rezas e mandingas, um bocado de verso rimado, outro tanto de encantaria e cantoria e uma travessia envolvendo duas irmãs gêmeas benzedeiras e todo o povo de Tururu do Sul, vilarejo onde a hora era anunciada pelo sino da igreja à tardinha." No desenrolar dessa narrativa fantástica, que brinca com o sincretismo dos saberes do homem e as forças da natureza, o leitor vai reconhecer o encanto e a graça da cultura do Brasil mais profundo, ouvir os ecos de crenças e invenciones dos muitos sertões brasileiros, que resistem na voz e…mehr

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Produktbeschreibung
"Esta história aconteceu durante sete dias de tempestade, entre duas rezas e mandingas, um bocado de verso rimado, outro tanto de encantaria e cantoria e uma travessia envolvendo duas irmãs gêmeas benzedeiras e todo o povo de Tururu do Sul, vilarejo onde a hora era anunciada pelo sino da igreja à tardinha." No desenrolar dessa narrativa fantástica, que brinca com o sincretismo dos saberes do homem e as forças da natureza, o leitor vai reconhecer o encanto e a graça da cultura do Brasil mais profundo, ouvir os ecos de crenças e invenciones dos muitos sertões brasileiros, que resistem na voz e coração de cantadores e contadores, de violas e pelejas, benzedeiras e suas proezas. Um verdadeiro conto de fadas brasileiro, ambientado entre o real e o imaginário, a poesia bordando a paisagem. As gravuras criadas pela artista Anabella López, argentina que adotou o nordeste brasileiro como residência e fonte criadora, recriam o imaginário sertanejo por meio da linguagem simbólica da narrativa do herói, das cartas do tarô, das runas e outras formas divinatórias. O prefácio da professora e narradora de histórias Regina Machado resume assim o convite para este livro: "Mesmo sem terem me pedido, aconselho que vocês busquem um jardim - se os passarinhos vierem, melhor será - , sentem-se numa cadeira bem confortável com um guarda-chuva ao lado e aventurem-se na leitura deste livro. Se então acontecer algum milagre, qualquer um, está tudo bem: é porque o sertão é mesmo dentro da gente."

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Autorenporträt
Gabriela Romeu É jornalista, documentarista e escritora, especializada em produção cultural para infância, com vinte anos de atuação em projetos que abordam temáticas infantis e desenvolvidos em diferentes plataformas, como livros, documentários, sites e exposições. Há 20 anos escreve para o jornal Folha de S.Paulo , em que editou o caderno Folhinha, coordenou o projeto Mapa do Brincar (Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo), escreveu diversas reportagens sobre as realidades infantis brasileiras e há 15 anos atua na crítica de teatro infantil para o Guia da Folha . Integra juris de prêmios como a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), além de diversas comissões de avaliação ligadas à produção cultural para a infância. Atua como roteirista e diretora de documentários sobre e para crianças, alguns deles premiados em festivais do Brasil e do exterior, como Disque quilombolae Meninos e reis. Foi cocuradora da exposição Trilhas do brincar, que circulou por três unidades do Sesc-SP, e das instalações Inventário dos cabinhas e Na rua dos meninos, também em parceria com unidades do Sesc. É autora e coautora de livros que criam pontes entre diferentes realidades infantis, como Terra de cabinha - Pequeno inventário da vida de meninos e meninas do sertão (Peirópolis; Prêmio Jabuti, FNLIJ e Cátedra Unesco), Tutu-moringa, história que tataravó contou (Companhia das Letrinhas), Álbum de família - Aventuranças, memórias e efabulações da trupe familiar Carroça de Mamulengos (Peirópolis), Lá no meu quintal (Peirópolis), Menininho (Panda Books) e Irmãs da chuva (Peirópolis). É diretora do projeto Infâncias, que desde 2011 registra os saberes, fazeres e viveres das crianças por muitos Brasis.