Este livro não pretende consolar - ele provoca, inquieta, questiona. Fala das dores de um povo silenciado, das mãos que chicoteiam em nome da lei, dos discursos vazios das excelências, da religião usada como cortina e da política como espetáculo.
Entre gritos contidos e silêncios forçados, o autor ergue uma literatura crua, combativa e necessária. É um grito de justiça em meio ao caos. Um espelho amargo do real. Um livro que não se lê passivamente - se enfrenta.
Porque na Bananalândia, não se encontra Justiça - encontra-se apenas JO(u)STIÇA.
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