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A importância da atuação de Otto Maria Carpeaux na cultura nacional é um fato que nunca foi contestado, embora nem sempre compreendido em sua extensão humanística. - Carlos Heitor Cony Um dos mais influentes críticos literários do Brasil no século XX, Carpeaux pertence à linhagem dos grandes humanistas: por sua formação abrangente, jamais se limita a analisar o mero fenômeno literário ou artístico, mas descreve o drama íntimo e histórico das ideias subjacentes. Tanto em seus ensaios mais densos dos primeiros anos no Brasil como posteriormente em seus artigos e resenhas da coluna literária,…mehr

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Produktbeschreibung
A importância da atuação de Otto Maria Carpeaux na cultura nacional é um fato que nunca foi contestado, embora nem sempre compreendido em sua extensão humanística. - Carlos Heitor Cony Um dos mais influentes críticos literários do Brasil no século XX, Carpeaux pertence à linhagem dos grandes humanistas: por sua formação abrangente, jamais se limita a analisar o mero fenômeno literário ou artístico, mas descreve o drama íntimo e histórico das ideias subjacentes. Tanto em seus ensaios mais densos dos primeiros anos no Brasil como posteriormente em seus artigos e resenhas da coluna literária, vemos em ação um divulgador da grande literatura estrangeira, cujos artigos faziam circular, entre nós, autores e problemas até então desconhecidos em nosso país. Em Mais livros na mesa, estão reunidos quarenta textos de Carpeaux, muitos ainda inéditos em livro, que tratam de assuntos, escritores, artistas e até políticos brasileiros: Machado de Assis, Euclides da Cunha, Lima Barreto, Gustavo Corção, Gilberto Freyre, Manuel Bandeira, José Lins do Rego, Jorge de Lima, Marques Rebelo, Érico Veríssimo, Anatol Rosenfeld, Cândido Portinari, Dom Pedro II e vários outros. São artigos, resenhas e prefácios das mais diferentes épocas de sua vida, dispostos cronologicamente para que o leitor possa acompanhar a transformação mental e espiritual por que passou o renomado crítico: do início de seu exílio brasileiro à década de setenta, dos ensaios mais profundos às rápidas notas literárias, sem jamais perder seu autêntico pendor de jornalista de ideias.

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Autorenporträt
OTTO MARIA CARPEAUX (1900-1978), foi um jornalista, ensaísta e crítico literário austríaco naturalizado brasileiro. Nascido Otto Karpfen, filho de pai judeu e mãe católica, estudou Direito e Filosofia em Viena, Ciências matemáticas em Leipzig, Sociologia em Paris, Literatura comparada em Nápoles e Política em Berlim, além de doutorar-se em Letras e Filosofia na Universidade de Viena. Diante da ascensão de Hitler, combateu a ideologia nazista e a anexação da Áustria pela Alemanha, especialmente em seus livros e em seus artigos para a revista Der Christliche Ständestaat. Em 1938, após a invasão alemã, foi obrigado a refugiar-se, primeiro na Bélgica e, no ano seguinte, no Brasil. Conhecedor de mais de dez línguas, não demorou para dominar a língua portuguesa e firmar-se na imprensa local. O reconhecimento veio logo com os primeiros livros: A cinza do Purgatório (1942), Origens e fins (1943), Perguntas e respostas (1953), Retratos e leituras (1953) e Pequena bibliografia crítica da literatura brasileira (1955). Aclamado por nomes como Aurélio Buarque de Holanda, Graciliano Ramos, Álvaro Lins e Carlos Drummond de Andrade, começou a publicação de sua obra-prima História da literatura ocidental (1958-66), seguida por Uma nova história da música (1958), Presenças (1958), Livros na mesa (1960) e A literatura alemã (1964). Em 1968, deu por encerrada sua carreira literária, para se dedicar unicamente à luta política. Publicou também: O Brasil no espelho do mundo (1965), A batalha da América Latina (1966), As revoltas modernistas na literatura (1968), 25 anos de literatura (1968), Hemingway (1971) e Alceu Amoroso Lima (1978), além de prefácios, introduções, verbetes de enciclopédia. É considerado um dos maiores críticos literários brasileiros, tendo influenciado toda a sua geração de intelectuais e escritores.