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Mathilda, de Mary Shelley, é uma narrativa intensa e introspectiva que explora os limites da dor, do isolamento e das relações humanas marcadas por segredos inconfessáveis. A obra se destaca por abordar temas ousados para sua época, como o incesto e a morte, através da perspectiva melancólica de uma jovem atormentada por sua própria história familiar. Ambientada em um cenário sombrio e introspectivo, a novela revela o sofrimento silencioso da protagonista, cuja vida é marcada pela perda, rejeição e solidão, mergulhando o leitor em um universo psicológico profundo. Desde sua redescoberta no…mehr

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Produktbeschreibung
Mathilda, de Mary Shelley, é uma narrativa intensa e introspectiva que explora os limites da dor, do isolamento e das relações humanas marcadas por segredos inconfessáveis. A obra se destaca por abordar temas ousados para sua época, como o incesto e a morte, através da perspectiva melancólica de uma jovem atormentada por sua própria história familiar. Ambientada em um cenário sombrio e introspectivo, a novela revela o sofrimento silencioso da protagonista, cuja vida é marcada pela perda, rejeição e solidão, mergulhando o leitor em um universo psicológico profundo. Desde sua redescoberta no século XX - após permanecer inédita durante a vida da autora - Mathilda tem sido reconhecida por sua ousadia temática e pela força lírica da escrita de Mary Shelley. A obra oferece um retrato pungente do luto, da memória e da impossibilidade de escapar ao passado, consolidando-se como uma das peças mais reveladoras da sensibilidade romântica. Ao combinar confissão pessoal e crítica às convenções sociais, Shelley constrói uma narrativa que ressoa com a angústia existencial de sua época. A relevância duradoura de Mathilda reside em sua habilidade de investigar o abismo emocional de seus personagens e os dilemas morais que envolvem a condição humana. Ao expor a fragilidade dos laços familiares e a solidão do indivíduo diante do sofrimento incomunicável, a obra convida o leitor a refletir sobre os limites da empatia, da linguagem e da redenção.

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Autorenporträt
Mary Shelley foi uma escritora britânica, amplamente reconhecida como uma das vozes fundadoras da ficção científica moderna. Filha da influente filósofa feminista Mary Wollstonecraft e do pensador político William Godwin, Shelley se destacou em um cenário literário predominantemente masculino, deixando como principal legado o romance Frankenstein ou o Prometeu Moderno (1818), obra que transcende os limites do gênero gótico para explorar questões filosóficas, científicas e sociais de seu tempo. A gênese de Frankenstein surgiu em 1816, durante um verão chuvoso na Suíça, quando Mary e Percy Shelley se hospedaram com Lord Byron e outros intelectuais. Desafiados a escrever uma história de terror, Mary concebeu a ideia de um cientista obcecado que cria vida artificial - e sofre as consequências morais e existenciais desse ato. Publicado anonimamente em 1818, o livro foi aclamado e criticado, iniciando uma trajetória literária que incluiria romances como Valperga (1823), The Last Man (1826) e contos, ensaios e biografias. Mary Shelley é considerada pioneira da ficção científica, antecipando questões éticas e filosóficas relacionadas ao avanço da ciência e da tecnologia. Sua obra influenciou não apenas a literatura, mas também o cinema, o teatro e o pensamento crítico contemporâneo. Frankenstein tornou-se um arquétipo cultural, frequentemente adaptado e reinterpretado, servindo de metáfora para debates sobre bioética, inteligência artificial e identidade. Além disso, Shelley produziu uma obra variada e engajada, muitas vezes ofuscada pela fama de Frankenstein e pelo círculo de intelectuais ao seu redor. Seu romance The Last Man, por exemplo, antecipa temas apocalípticos e de isolamento que ressoam com notável atualidade. Sua escrita revela uma aguda sensibilidade para os dilemas sociais e existenciais, além de um olhar crítico sobre a condição da mulher e a estrutura da sociedade patriarcal.