Como um cientista de férias dos postulados mais rigorosos, Allan Kardec Duailibe escreve brincando com as palavras e transcende os debates, ainda embrionários, sobre os limites da Inteligência Artificial. A obra reúne crônicas a partir da investigação central: o abismo entre a simulação da inteligência e a experiência real de ser. A partir de contradições surge a busca por respostas que percorre um rico repertório de referências científicas, filosóficas, sabedorias ancestrais indígenas e orientais. A metáfora contida na expressão "borboletas da alma" foi inspiradora, cunhada pelo pai da neurociência moderna, Ramón y Cajal, num experimento em seu laboratório, em Barcelona, após observar pela primeira vez um neurônio isolado no microscópio. Era mais do que uma célula, "estrutura de complexidade estonteante, imagem de fragilidade e beleza transcendente do tecido neural". Com títulos "A orquestra eletroquímica do funcionamento do neurônio", "A alquimia dos prompts", "Inteligência e consciência no teatro dos sonhos", o livro traz a jovialidade de um estudante que chegou ao Japão aos 21 anos para cursar mestrado em Engenharia da Informação, tornando-se, então, fascinado pelas lições de filosofia oriental na Universidade de Nagoya. São abordagens multifacetadas: das descobertas cerebrais revolucionárias até a constatação daquilo que a IA nunca será.
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