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Escrito em 1857, este é um dos mais importantes romances brasileiros, tendo inspirado a ópera homônima do compositor Carlos Gomes, além de filme e minissérie de TV. Expressão do nacionalismo romântico, é uma alegoria da formação da nacionalidade brasileira e um marco na representação dos valores patriarcais da época. Baseado em personagem real, o nobre português Dom Antônio de Mariz, um dos fundadores da cidade do Rio de Janeiro, o romance mescla aventura, ação e amores irrealizáveis. Cecilia (Ceci), filha de D. Antônio, é uma jovem pura e meiga, cuja vida foi salva várias vezes por Peri, um…mehr

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Produktbeschreibung
Escrito em 1857, este é um dos mais importantes romances brasileiros, tendo inspirado a ópera homônima do compositor Carlos Gomes, além de filme e minissérie de TV. Expressão do nacionalismo romântico, é uma alegoria da formação da nacionalidade brasileira e um marco na representação dos valores patriarcais da época. Baseado em personagem real, o nobre português Dom Antônio de Mariz, um dos fundadores da cidade do Rio de Janeiro, o romance mescla aventura, ação e amores irrealizáveis. Cecilia (Ceci), filha de D. Antônio, é uma jovem pura e meiga, cuja vida foi salva várias vezes por Peri, um índio goitacá corajoso e valente. Além de enfrentar a cobiça e as traições de Loredano e o assédio a Ceci pelo inescrupuloso Gonzales, a família de D. Antônio também terá de se defender, e a sua propriedade, do desejo de vingança do povo aimoré. Clássico indispensável, entusiasma os leitores com seu fim enigmático.

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Autorenporträt
Conhecido como "patriarca da literatura brasileira", José Martiniano de Alencar (Messejana, CE, 1º/5/1829-12/12/1877, Rio de Janeiro, RJ) foi romancista, cronista, dramaturgo, ensaísta, orador e polemista. Aos 10 anos, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro. Em 1851, formou-se na Faculdade de Direito de São Paulo. Estreou como cronista no Diário do Rio de Janeiro (1854), onde publicou, três anos depois, na forma de folhetim, O Guarani, êxito de público e de crítica. Filiado ao Partido Conservador, elegeu-se quatro vezes deputado geral pelo Ceará e foi ministro da Justiça entre 1868-70. Casou-se com Georgina Cochrane (1864), com quem teve seis filhos. Sua intensa produção abordou temas urbanos, históricos, regionais e indigenistas. Morreu precocemente de tuberculose, contraída aos 18 anos.