O livro reúne narrativas exemplares e emocionantes que aconteceram à sombra da história oficial. Um conjunto irresistível de trajetórias humanas que ajudam a iluminar aspectos menos conhecidos de grandes eventos. A menina de apenas catorze anos que foi a primeira pessoa a se apresentar como "homem bala", quando essa bizarra profissão acabava de ser inventada. O jovem e brilhante cientista que teve que ser uma espécie de babá da primeira bomba atômica durante uma perigosa tempestade que poderia botar tudo a perder. A jovem imigrante italiana, recém chegada a Nova York, que se apaixona à primeira vista por um guerreiro zulu exposto num circo de excentricidades. A linda história de amor entre o dono de um nightclub e sua dançarina - anos mais tarde avós do autor deste livro cheio de histórias arrebatadoras. Seleção de algumas das narrativas apresentadas por Nate DiMeo em The Memory Palace, um dos podcasts de maior sucesso dos Estados Unidos, O palácio da memória reúne, pela primeira vez em livro, um conjunto absolutamente viciante de histórias sobre pessoas comuns que enfrentaram - com coragem, paixão e inteligência - as vicissitudes, grandes e pequenas, oferecidas pela vida. "DiMeo tem a capacidade de tornar a História atraente, trazendo o passado de volta à vida." The Guardian "Samuel Finley Breese Morse passou os primeiros vinte e cinco anos da vida aprendendo a pintar. Em Andover. Em Yale. Em Londres, na Real Academia. Ele estudou as obras dos mestres para aprender como Michelangelo construía corpos que pareciam pulsar e estremecer apenas com óleo, sombras e hachuras. Para aprender como Rafael invocava a fagulha de toda uma vida interior com um único toque de tinta branca pura no ocre opaco dos olhos de uma mulher da nobreza. Para aprender a criar ilusões de espaço e de distância. Para aprender a presentificar o inefável através da mera fusão de linhas e pontos sobre a tela esticada. Ele aprendeu a pintar. E em 1825 Morse está morando em New Haven, Connecticut, com sua esposa, Lucretia, e dois filhos pequenos. E um terceiro filho a caminho. Podia nascer a qualquer momento. Um dia, à noite, um mensageiro entregou uma carta: a prefeitura de Nova York queria pagar mil dólares para Morse pintar um retrato do marquês de Lafayette. O herói da Revolução viria a Washington para comemorar os cinquenta anos do início da Guerra. E posaria para Morse. Se o pintor pudesse se pôr imediatamente a caminho".
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