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Em Opúsculo humanitário, um livro que transcende os limites de seu tempo e toca diretamente nas questões que nos fazem humanos, como liberdade, igualdade e a luta por justiça, a autora compartilha sua indignação diante da escravidão, sua compaixão pelos povos indígenas e seu clamor pela emancipação das mulheres. Nísia não apenas aponta os problemas; ela estende a mão ao leitor, convidando-o a caminhar ao seu lado por um caminho de reflexão e transformação. Escrito com a intensidade de quem acredita na mudança e com a ternura de quem deseja um futuro melhor, este livro nos encoraja a pensar,…mehr

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Produktbeschreibung
Em Opúsculo humanitário, um livro que transcende os limites de seu tempo e toca diretamente nas questões que nos fazem humanos, como liberdade, igualdade e a luta por justiça, a autora compartilha sua indignação diante da escravidão, sua compaixão pelos povos indígenas e seu clamor pela emancipação das mulheres. Nísia não apenas aponta os problemas; ela estende a mão ao leitor, convidando-o a caminhar ao seu lado por um caminho de reflexão e transformação. Escrito com a intensidade de quem acredita na mudança e com a ternura de quem deseja um futuro melhor, este livro nos encoraja a pensar, sentir e agir. É uma conversa íntima com aqueles que, como Nísia, acreditam que o progresso só é possível quando nos preocupamos uns com os outros.

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Autorenporträt
Nascida Dionísia Gonçalves Pinto, foi uma pioneira do feminismo no Brasil, escritora e educadora. Natural de Papari, no Rio Grande do Norte (cidade que atualmente leva seu nome), destacou-se por desafiar as normas sociais de sua época ao defender a emancipação feminina, a educação para mulheres e os direitos humanos. Seu primeiro livro, Direitos das mulheres e injustiça dos homens (1832), adaptou para o contexto brasileiro as ideias de Mary Wollstonecraft, introduzindo ao país os debates sobre igualdade de gênero. Ao longo de sua vida, fundou escolas voltadas para a educação ampla de meninas, incorporando temas como ciências e literatura, em oposição ao ensino restrito às tarefas domésticas. Faleceu em Rouen, França, em 1885, mas seu legado como defensora incansável da liberdade e igualdade continua a inspirar até hoje.