Na era do conhecimento, os povos e países que compreenderem como melhor promover nova ciência e acelerar seu impacto na economia e na comunidade serão triunfantes, porque beneficiarão das oportunidades de criar valor, deixando aos restantes o papel de seguidores e compradores da riqueza gerada pelos primeiros. Uma revolução se impõe: reconhecer que a gestão de ciência é uma componente, nobre como as outras, da atividade de ciência. No Brasil, é evidente que essa compreensão não está incorporada no pensamento político, na organização acadêmica, na visão de fundações de amparo e de órgãos do governo federal - apesar da publicação de um ousado e positivo Marco legal da Inovação, regulamentos e processos continuam não tendo em conta que, sem boa gestão de ciência, não há boa ciência. Para clarificação das realidades e promoção de inovação nas políticas, é necessário abordar aspectos que não são corretamente considerados no presente: a sustentabilidade da pesquisa, a governabilidade das instituições de pesquisa e inovação e a internacionalização da ciência brasileira. Tal é feito no presente livro, de forma profunda, mas didática, com amplas referências aos sistemas europeu e norte-americano e explicações claras sobre os conceitos e propostas de políticas inovadoras, merecendo reflexão atenta pelos decisores que regulam, intervêm e condicionam, com sua ação, o setor nacional da ciência e tecnologia.
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