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Psicologia dos Santos, escrito por Henri Joly, é uma obra profunda e instigante que investiga as singularidades psicológicas dos santos, figuras que marcaram a história do cristianismo pelo exemplo de vida, virtude e fé. Publicado originalmente no final do século XIX, o livro tornou-se um clássico não apenas da literatura espiritual, mas também dos estudos psicológicos sobre religiosidade, trazendo uma análise minuciosa do comportamento, das motivações e das experiências místicas dos santos. Henri Joly, jurista e pensador francês, parte do pressuposto de que a santidade, embora seja um…mehr

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Produktbeschreibung
Psicologia dos Santos, escrito por Henri Joly, é uma obra profunda e instigante que investiga as singularidades psicológicas dos santos, figuras que marcaram a história do cristianismo pelo exemplo de vida, virtude e fé. Publicado originalmente no final do século XIX, o livro tornou-se um clássico não apenas da literatura espiritual, mas também dos estudos psicológicos sobre religiosidade, trazendo uma análise minuciosa do comportamento, das motivações e das experiências místicas dos santos. Henri Joly, jurista e pensador francês, parte do pressuposto de que a santidade, embora seja um fenômeno espiritual e transcendente, pode e deve ser compreendida também sob a ótica da psicologia humana. Seu objetivo não é desmistificar ou reduzir a experiência dos santos a meras manifestações psíquicas, mas lançar luz sobre os processos internos, as lutas, as transformações e as virtudes que se manifestam nesses homens e mulheres excepcionais. A obra dialoga com temas como a fé, o amor, o sacrifício, o êxtase, o sofrimento, o altruísmo e a busca pela perfeição moral. O autor distingue cuidadosamente o que é propriamente espiritual do que é psicológico, mostrando que a experiência da santidade envolve, ao mesmo tempo, a graça divina e a resposta livre e consciente do ser humano. Joly explora como a personalidade dos santos é forjada pela disciplina interior, pelo domínio das paixões, pelo cultivo das virtudes e pela entrega total a Deus. Ele investiga ainda como traços de caráter, temperamento, sensibilidade e até mesmo tendências naturais podem ser transformados pela ação da fé e da caridade. A obra apresenta exemplos de santos de diferentes épocas e contextos, analisando suas experiências místicas, suas provações e seus legados. Joly destaca as marcas psicológicas comuns entre eles - como a humildade, a fortaleza diante do sofrimento, a alegria espiritual e a capacidade de amar de forma incondicional -, mas também reconhece as diferenças individuais, mostrando que a santidade não é uma padronização da personalidade, mas uma realização plena do ser humano segundo sua vocação única. Além disso, Psicologia dos Santos propõe uma reflexão sobre a atualidade do exemplo dos santos, sugerindo que seu modo de viver e enfrentar as dificuldades pode inspirar qualquer pessoa na busca por sentido, equilíbrio emocional e crescimento interior. O autor convida o leitor a contemplar a possibilidade de uma vida mais elevada, pautada por valores universais, e a reconhecer que a transformação pessoal é possível, mesmo em meio aos desafios cotidianos. Com linguagem clara, sensível e acessível, Henri Joly apresenta uma síntese entre a tradição cristã e os primeiros estudos psicológicos, antecipando questões que seriam exploradas posteriormente pela psicologia da religião. Sua análise permanece relevante até hoje, tanto para aqueles interessados na espiritualidade cristã quanto para estudiosos das ciências humanas. Em suma, Psicologia dos Santos é uma leitura indispensável para quem deseja compreender mais profundamente as dimensões humanas e espirituais da santidade. Ao unir reflexão filosófica, exemplos históricos e sensibilidade psicológica, Henri Joly oferece ao leitor uma obra rica, inspiradora e repleta de ensinamentos atemporais sobre a grandeza e a complexidade do espírito humano em busca de Deus.

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Autorenporträt
Henri Joly foi um renomado jurista, pensador e escritor francês, nascido em 1839 e falecido em 1925. Sua trajetória intelectual e espiritual marcou profundamente o cenário acadêmico e religioso de sua época, especialmente por sua capacidade de transitar entre o campo do direito, da filosofia e da psicologia. Embora seja lembrado principalmente pelo seu trabalho Psicologia dos Santos, Joly construiu uma carreira diversificada, voltada à investigação das dimensões mais profundas do ser humano, tanto em suas relações sociais quanto em sua vida interior. Formado em Direito, Joly destacou-se desde cedo pela erudição e pelo rigor intelectual. Atuou como professor universitário e magistrado, sempre conciliando sua atividade acadêmica com uma curiosidade intensa pelos grandes temas da existência. Interessado pelo estudo da moral, da justiça e da ética, publicou diversas obras jurídicas, tornando-se referência em sua área. No entanto, seu interesse pela psicologia e pela espiritualidade o levou a ampliar seus horizontes, buscando compreender não apenas as leis que regem a sociedade, mas também aquelas que orientam o coração e a consciência do ser humano. No contexto da França do século XIX, marcada por intensos debates entre fé e razão, tradição e modernidade, Joly foi um exemplo de intelectual aberto ao diálogo. Estudou profundamente a tradição cristã, especialmente a vida e o pensamento dos santos, e procurou aproximar a análise psicológica dos fenômenos religiosos de uma perspectiva respeitosa e científica. Sua obra mais famosa, Psicologia dos Santos, publicada em 1895, é fruto desse esforço de síntese. Nela, Joly investiga como a santidade pode ser compreendida não apenas como um fenômeno sobrenatural, mas também como resultado de processos psicológicos e de uma disciplina interior rigorosa. Henri Joly não via contradição entre a fé e a razão. Pelo contrário, acreditava que a psicologia podia ajudar a elucidar o mistério da santidade, sem jamais reduzir a experiência religiosa a meros fenômenos patológicos ou ilusórios. Em seus estudos, demonstrou grande sensibilidade ao distinguir o que é verdadeiramente espiritual do que é simplesmente psicológico, respeitando a complexidade e a profundidade da experiência religiosa. Sua abordagem influenciou pensadores posteriores da psicologia da religião e continua sendo referência para estudiosos do tema. Além de seu interesse pela espiritualidade, Joly manteve ativa participação nos debates sociais e políticos da França de sua época. Defendia a importância da ética cristã na vida pública e acreditava que os exemplos dos santos podiam servir de inspiração para a construção de uma sociedade mais justa, solidária e humana. Sua vida foi marcada por um compromisso constante com a verdade, a justiça e a promoção do bem comum. Henri Joly foi também um escritor elegante e acessível, capaz de tratar temas complexos com clareza e profundidade. Seus livros, artigos e conferências foram amplamente divulgados, alcançando leitores de diferentes formações e interesses. Mesmo após sua morte, seu legado permanece vivo, especialmente entre aqueles que buscam compreender as relações entre psicologia, espiritualidade e ética. Em síntese, Henri Joly foi uma figura singular no panorama intelectual francês. Sua capacidade de unir o rigor científico à sensibilidade espiritual faz de sua obra uma referência fundamental para todos que desejam explorar as dimensões mais elevadas da natureza humana. Psicologia dos Santos é, sem dúvida, o testemunho mais eloquente de sua busca incansável pela verdade, pela beleza e pelo sentido mais profundo da existência.