Os tempos pandêmicos nos apresentam às fraturas da nossa própria humanidade. assombrados, atentamos nosso olhar ao totalmente outro. um outro que sou eu. um eu que é outro. percepções outras que não aceitam mais uma proteção protelada, adiada, esquecida. "quarentena crônica: fissuras de um tempo" é uma obra que nos acena desse abismo e nos provoca: há lugar para pensar onde exista um eu apartado?
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