O conhecimento do sofrimento mental em grupos humanos na Amazônia brasileira e principalmente em risco em tempos de pandemias, como a da Covid-19, é considerado inexpressivo. O objetivo geral desta pesquisa é avaliar a frequência de transtornos mentais comuns em um grupo populacional de trabalhadores rurais de assentamentos da agricultura familiar em dois períodos da pandemia de Covid-19 (2021 e 2022) em Rondônia, Amazônia brasileira. A hipótese principal da tese consiste em que, diante do cenário da pandemia da Covid-19 em áreas rurais da Amazônia, os TMC ganharam corpo e forma característica de Transtornos Depressivos (TD), permitindo a elaboração e/ou construção do Índice de Transtorno Mental Comum (ITMC). Trata-se de um estudo de corte transversal e quantitativo, de caráter descritivo. Foram utilizados o Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20), a Escala de Estresse Percebido (PSS) e WHOQOL-Bref para mensurar e avaliar os sintomas de TMC. Os resultados encontrados apontam que no novo cenário, com as novas condições socioeconômomicas, demográficas e condições de vida dos trabalhadores rurais dos assentamentos de agricultura familiar dos projetos Joana Darc I, II e III na área rural de Rondônia, Amazônia brasileira, a pandemia de Covid-19 foi condicionante para uma manifestação psicológica da incerteza do futuro desse grupo populacional; que todos os fatores do SRQ-20 apresentam TMC superiores à linha de corte, evidenciando TMC bem definido e transtornos depressivos.
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