O texto é uma reflexão autobiográfica de uma educadora que vê a poesia como essencial na vida e no ensino. Ao longo de quarenta anos, a autora compartilha sua experiência de ensinar e aprender, enfatizando que a educação deve ser um espaço de liberdade e prazer, não uma prisão. Influenciada por pensadores como Rubem Alves e Paulo Freire, ela acredita que o ato de ensinar deve ser um gesto de amor e rebeldia, promovendo a autonomia e o protagonismo dos alunos. A autora valoriza a aprendizagem coletiva e a importância de criar um ambiente que estimule o prazer do saber. Ela menciona a relevância de uma educação que não apenas acumule informações, mas que desenvolva discernimento, conforme defendido por Edgar Morin. A narrativa destaca a busca constante por melhorar como educadora, reconhecendo que o aprendizado é um processo contínuo e que cada dia traz novas lições. Com uma abordagem leve, a autora revisita momentos significativos de sua carreira, lembrando da alegria e curiosidade dos alunos. Ela reflete sobre as teorias e filosofias que estudou, reconhecendo que a pedagogia é um espaço de encontros e desencontros, onde cada vivência contribui para o aprendizado. Apesar das dificuldades e incertezas, ela expressa a esperança de que suas experiências inspirem uma educação que respeite a individualidade e a diversidade dos alunos. Por fim, a educadora ressalta a humildade necessária no ensino, lembrando a célebre reflexão de Sócrates sobre o reconhecimento da própria ignorância. O texto conclui com um convite à reflexão sobre o papel do educador e a importância de uma prática pedagógica que valorize a construção compartilhada do saber.
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